Entre os dias 11 e 14 de maio a PUC-Campinas recebe o III Fórum Internacioal sobre Patrimônio Arquitônico Brasil-Portugal. Entre as temáticas está a discussão sobre o restauro da fachada da Catedral Nossa Senhora da Conceição de Campinas, pela arquiteta Ana Villanueva, pesquisadora vinculada ao CIEC.
No próximo dia 5 de maio, na sala multiuso do IFCH/Unicamp, receberemos os "Debates sobre arquitetura e cidade: perspectivas de uma geração de jovens arquitetos", com Joana Mello, Gabriela Celani e mediação de Silvana Rubino.
programação
14h00 apresentação dos projetos
15h30 comentários: Joana Mello, FAU-USP e Gabriela Celani, FEC-UNICAMP
16h30 debade - mediação: dra. Silvana Rubino,
IFCH - UNICAMP
promoção PMC-IFCH
PNPD-CAPES
organização Eduardo Costa
Como tributo ao pensamento da geógrafa Doreen Massey (1944-2016), conhecida por sua fundamental contribuição para a geografia feminista e cultural, autora de importantes livros como For Space e Space, Place and Gender, o CIEC gostaria de difundir uma instigante entrevista, publicada originalmente em 2013. Aqui estão o áudio original, com o vigor não apenas do pensamento mas da linguagem da autora, e a transcrição do diálogo.
Aqui é possível saber mais sobre a geógrafa e seus projetos. Como bem registrou a pesquisadora Silvana Rubino, Massey é uma inspiração.
Em artigo recém publicado, a pesquisadora Ana Carolina Oliveira Alves, analisa dimensões política da Plaza de Mayo em Buenos Aires, a partir de pesquisa de mestrado desenvolvida no PPGH da Unicamp : O Plan Noel e a Plaza de Mayo: Política, pensamento urbano e espaço cívico em Buenos Aires. O artigo figura no primeiro número da Revista Hydra, criada pelos discentes do PPGH da Unifesp.
LEITURAS CRUZADAS: a cidade brasileira e portuguesa
Escola de Belas Artes-UFRJ – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL)
O curso LEITURAS CRUZADAS: a cidade brasileira e portuguesa – integrado nas comemorações dos 200 anos da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto Universitário de Lisboa, tem como objectivo afirmar a História como ferramenta operacional da contemporaneidade, e criar uma consciência do passado activo da Cidade assumida como chão e palco da construção das identidades culturais, através das seguintes vertentes:
A História da Arte assumida como plataforma transversal às diferentes culturas visuais,
A Arquitectura assumida como imagem de marca da cidade,
O Paisagismo assumido como compromisso ético com o território,
O Património assumido como a acção do passado no presente, com potencial económico, e vector estruturante do futuro da cidade.
Para o concretizar foram convidados especialistas de Universidades Brasileiras e Portuguesas, responsáveis pelas sessões do curso, contribuindo com Leituras Cruzadas da Arte e da Cidade através das visões e das abordagens da História da Arte, da Arquitectura, do Paisagismo e do Património.
O curso está estruturado em 3 grandes temas:
1 – ARQUITECTURA E IMAGEM NA CIDADE
A cidade brasileira: constituição e contradições, William Bittar (WB)
A arquitectura na construção da imagética da cidade, Paula André (PA)
DATA: de 21 de março a 15 de abril de 2016, de segunda a sexta-feira das 18 às 21h e aos sábados pela manhã.
Local: Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – IFCS-UFRJ,
Largo São Francisco de Paula, nº 1 – Centro – Rio de Janeiro
Inscrição: www.paisagenshibridas.com.br
2 – ARTE E PAISAGEM NA CIDADE
A cidade e suas transformações com a inserção de áreas verdes, Carlos Terra (CT)
Das Artes Integradas às Paisagens Desejadas, Paula André (PA)
3 – ARTE E PATRIMÓNIO NA CIDADE
A arte e a arquitetura como formação da identidade nacional, Marcelo Silveira (MS)
O património é uma cidade ideal, Paulo Simões Rodrigues (PR)
Foi recém publicado o artigo sobre a trajetória do Departamento Nacional de Urbanismo, de autoria do pesquisador do CIEC, Rodrigo Faria.
O artigo completo está disponível no site da Revista Oculum Ensaios.
A Associação Ibero-americana de História Urbana convida a comunidade acadêmica internacional a participar do Primeiro Congresso Ibero-americano de História Urbana (I CIHU) mediante apresentação de trabalhos individuais.
Mais informações no site da Associação e do evento.
Estão abertas as inscrições para o tradicional Seminário Nacional do Centro de Memória/Unicamp. Entre os Grupos de Trabalho que recebem inscrições, há dois com temáticas diretamente voltadas à cidade e ao patrimônio. Informações em: http://www.cmu.unicamp.br/viiiseminario/
O filme argentino Medianeras (de 2011) é o foco central na análise recém publicada na Cantareira. Ele é fruto das pesquisas de mestrado desenvolvida no PPGH/Unicamp, associadas ao CIEC, por Suelen Caldas de Sousa Simião. O artigo completo está disponível em: http://www.historia.uff.br/cantareira/v3/?p=2327
a ALAMEDA CASA EDITORIAL informou que a veiculação (e venda) do livro O URBANISTA E O RIO DE JANEIRO - JOSÉ DE OLIVEIRA REIS, UMA BIOGRAFIA PROFISSIONAL (publicado em 2013 com apoio FAPESP) já foi normalizada. Desde 2014 o livro constava indisponível, sem distribuição e sem divulgação; agora já consta na plataforma para compra. O livro é resultante da tese de Doutorado desenvolvida no Departamento de História do IFCH-UNICAMP e parte intregrante de pesquisas desenvolvidas junto ao Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Cidade (CIEC) do IFCH-UNICAMP
Segue o Link: http://alamedaeditorial.webstorelw.com.br/products/o-urbanista-e-o-rio-de-janeiro
Sobre o livro
José de Oliveira Reis formou-se Engenheiro Civil e Geógrafo pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro em 1926. Na Capital Federal teve um percurso profissional como funcionário público da prefeitura do Rio de Janeiro entre 1933 e 1966, formando-se urbanista no próprio processo de institucionalização do urbanismo nas administrações municipais brasileiras do Rio de Janeiro e então Distrito Federal. Neste duplo processo de construção, do engenheiro como urbanista, do urbanismo como campo de atuação profissional no Brasil, a interlocução ocorreu no contexto do lugar profissional da engenharia. Nesse sentido, o livro analisa sua vida profissional como funcionário público engenheiro-urbanista e sua interlocução profissional no debate sobre os problemas urbanos do Rio de Janeiro e sobre a necessidade da criação de órgãos de urbanismo e de planejamento urbano municipal. No seu caso, uma atuação profissional em importantes lugares institucionais para a prática do urbanismo no Rio de Janeiro: a Diretoria de Engenharia da Prefeitura do Distrito Federal no início da década de 1930, a Comissão do Plano da Cidade do Rio de Janeiro entre 1937 e 1945 no contexto do Estado Novo, o Departamento de Urbanismo da Prefeitura do Rio de Janeiro entre 1945 e 1963 no contexto da redemocratização municipalista pós-1946, passando ainda pela Superintendência de Urbanização e Saneamento e pela Divisão de Engenharia de Tráfego.